Diablo III

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Helder Kazume

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Co-Autor: Gustavo Ferratti

Sim! Estamos aqui para falar sobre um dos maiores clássicos da Blizzard que vem cativando seu público desde os antecessores Diablo I e Diablo II.  Lançado em 2012, depois de uma looonga espera de 12 anos, Diablo III teve grande repercussão e impacto no universo dos MMORPG’s, edificando uma bela comunidade online ao seu redor. Gostaríamos de informar as estatísticas exatas, mas infelizmente a Blizzard não revela seus números oficiais há algum tempo.

A história de Diablo relata um embate épico de anjos e demônios, com uma trama tão densa e bem elaborada que sugará suas horas feito um buraco negro. A história deu origem a vários livros dentro do universo (e.g. Diablo III: A Ordem, Diablo III: Livro de Cain, Diablo III: Tempestade de Luz) e até mesmo uma série de quadrinhos (Diablo: A espada da Justiça), mas isso é assunto para outro post. A jogabilidade do game é simples e intuitiva, com visão isométrica e alta taxa de demanda do mouse (prepare-se para ouvir alguém reclamar dos cliques).  Apesar de ser um game lançado há quase 5 anos, os gráficos permanecem bonitos e não serão empecilhos para você começar sua experiência.

Talvez o maior inconveniente de Diablo III seja que, com o passar do tempo, o jogo começou a impossibilitar os players de escolherem suas próprias builds. Jogadores mais desenvolvidos devem escolher um set específico, pois é a única alternativa viável que lhe permite sobreviver nos níveis de dificuldade mais elevados. 


Ficha técnica

Nome: Diablo III

Gênero: RPG, Hack and slash

Desenvolvedora: Activision Blizzard

Distribuidora: Activision Blizzard

Ano de Lançamento: 2012 (2014 expansão)

Plataforma: PC, PlayStation 3, PlayStation 4, Xbox 360, Xbox One

Número de Players: 1-4

Outros: Offline apenas para consoles, Online para PC e consoles.


Sobre o Game

3
 Choose your Destiny

Quando você começa a jogar Diablo III, a atmosfera sombria que permeia “Santuário” (o mundo medieval onde se passa a história) é imediatamente sentida. Isso faz com que você fique bem envolvido e instigado a saber o que acontecerá a seguir. Se tiver 20 horas livres, prepare-se! Garanto que você jogará o game até “zerar” o modo campanha. Lembrando que nem só de CG’s maravilhosas é feita a compreensão completa do jogo, mas também dos livros que você “dropa” de monstros e consegue em baús.

A jogabilidade, como dito anteriormente, será foca em sua maestria com o mouse e seu timing na utilização de determinadas habilidades. Isso pode ser meio repetitivo e cansativo às vezes, mas à medida que você progride na campanha, também melhora seu personagem, garantindo melhores equipamentos e skills para diversificar a forma de jogar.  Alertamos que quedas brusca de FPS (frames per second) podem ocorrer com o “carnaval” de habilidades e feitiços lançados pelos outros jogadores.

 

4
Enfrentando um “mini-boss”

Assim que você acabar o modo campanha, irá liberar o modo “Aventura”, o que o permite ir e vir livremente para qualquer mapa jogado durante a campanha (inclusive as Fendas e Fendas Maiores, garantindo uma nova dificuldade para seu jogo). A partir desse ponto, sua experiência será procurar melhorias para seus equipamentos e a busca por uma colocação no ranking das Fendas Maiores. A busca incessante por bons equipamentos acaba sendo cansativa e você nem precisa do equipamento perfeito devido a algumas “brechas” (por exemplo, um NPC que muda um atributo do seu item para outro aleatório). Dependendo do nível em que se encontra, você poderá optar por forjar seus equipamentos com o ferreiro, precisando apenas dos materiais que você consegue ao quebrar seus itens.

Quando você estiver bem forte MESMO, o jogo (nas modalidades básicas) fica sem graça. Você pode arriscar dificuldades cada vez maiores nas Fendas sem medo de ser feliz, afinal, você não perderá nada. Chato, né? Aí que entra o modo que considero o mais interessante do jogo: o modo hardcore. Você tem apenas uma vida (morreu, acabou!), dessa forma o jogo passa a ficar mais interessante, pois você vai avançando sempre com um “pé atrás” (cada esquina que você vira pode ser sua última). Já “perdi” mais de 1000 horas em personagens hardcore mortos, mas a cada morte vinha um desejo de melhorar ainda mais!

 

5
Bora matar “a rapa”

História: 20 exp. Comprar o jogo apenas para jogar a campanha? Sim, vale a pena!

Gráfico: 17 exp. Gráficos muito lindos. Porém alguns mapas são subotimizados e o carnaval de skills atrapalha muito, gerando quedas bruscas de FPS, até mesmo em computadores potentes.

Jogabilidade: 13 exp. Jogabilidade simples e intuitiva, porém bastante repetitiva.

Replay: 15 exp. Essa nota vai pela existência do modo hardcore, pois o modo normal perde um pouco a graça após a finalização da campanha.

Som: 12 exp. O som ambiente é muito repetitivo, mas os efeitos sonoros das habilidades são legais de se ouvir. Além disso, a dublagem para o PT-BR está perfeita.

 

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