7 Days to Die

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Helton Kazume

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7 Days to Die é um crowndfunding que deu certo (foi mal Bel Pesce), provando o poder que a comunidade gamer tem em arrecadar mais de 500.000 dólares para o desenvolvimento de jogos bem-sucedidos. É um jogo de ação/sobrevivência em primeira pessoa dentro de um cenário pós-apocalíptico, com mundo aberto e jogabilidade não-linear. No game, você poderá optar por jogar em três modos: creative – onde você cria sua seção de jogo personalizada, survival single player – para os jogadores solo, ou survival multiplayer – para quem curte jogar online. Há também várias opções de dificuldade, do nível iniciante até o insano, tornando o jogo bastante desafiador e compatível com diversos níveis. Confira o review na integra!


Ficha técnica

Título original: 7 Days to Die

Lançamento: 2014 (PC) e 2016 (Consoles)

Desenvolvedor: The Fun Pimps

Categoria: Tiro em 1ª pessoa, ação, sobrevivência

Plataforma: PC, PS4 e Xbox One

Online: Sim

 

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Com um universo brutal bem amplo, 7 Days to Die apresenta grande variedade de itens para se criar e coletar, formas de combate diversas, e opções de mineração e exploração. O ano é 2034, o pano-de-fundo é o clássico apocalipse zumbi provocado por mutações nucleares e armas biológicas. Como o título do jogo diz, há exatos 7 dias para a morte bater a sua porta. A cada sete dias, você se deparará com uma horda feral de zumbis, zumbis muito mais fortes e inteligentes do que os que conhecemos. E para sobreviver, você terá que usar e abusar da boa e velha estratégia, o principal diferencial do jogo.

 

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7 Days to Die destaca-se dentro da temática “batida” do apocalipse zumbi, pois o jogador não precisa apenas ter a preocupação de eliminar os mortos-vivos de forma insana e caótica, devem também agir, raciocinar e se preocupar como na vida real para sobrevive. A fome, a sede, as doenças, a hipotermia, a hipertermia e as lesões também são problemas reais no jogo que podem prejudicar a eficiência do seu personagem. Armas não caem do céu, barulho e carne animal atraem zumbis e sem abrigo você será levado a morte!

 

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Embora haja os modos de jogo padrão, uma opção fundamental é a de criação de partidas personalizadas, onde você pode editar a intensidade das doenças, a agressividade dos zumbis, o tempo de duração do dia e da noite, etc. A diversidade do modo criação entra como “a principal sacada” para agradar todos os gostos, desde os jogadores iniciantes que procuram algo mais acessível até os mais experientes que preferem algo mais desafiador. Como um jogo independente desenvolvido com crowdfunding, 7 Days to Die cumpriu muito bem sua missão.

História: 8 exp. Diferencia-se por outros elementos, no quesito história é “só mais um jogo” dentro de um cenário de apocalipse zumbi.

Gráficos: 14 exp. Há uma decepção gráfica para quem se importa com o nível de detalhe e realismo das imagens, mas nada que seja preocupante. De novo destaco que foi um jogo indie desenvolvido com verba do Kickstarter.

Jogabilidade: 18 exp. Para compensar os gráficos de produção low cost, a proposta do jogo se destaca bastante dentro da temática survival/zumbi. Jogabilidade excelente.

Replay: 20 exp. No começo pode ser difícil, mas sem dúvidas é um jogo que você irá jogar novamente diversas vezes. Há um gigante universo a ser explorado, com inúmeras possibilidades de crafting.

Som: 15 exp. o som é um elemento fundamental no jogo, para evitar que zumbis te ataquem (sempre) de surpresa. Ademais, áudio OK.

 

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